O que vemos nas lojas de Fast Fashion, ou seja, nas grandes lojas varejistas onde a moda segue mais ou menos a tendência é uma moda pobre. Pobre no sentido de não ousar, de não se arriscar. Não tem mais arrojo neste reduto, não há mais múltiplas escolhas nem muito menos pluralidade.
Você entra na loja que tem um cartão próprio onde você pode fazer um pequeno guarda-roupa a cada meio ano para a estação que entra, parcela, paga e leva moda de sobrevivência. Aquela coisa morna só para se sentir minimamente atualizada. Mas isso se chama: compra de impulso; que é justamente quando a pessoa se encanta com a peça na hora por causa de uma necessidade e pouco depois ela não quer dizer mais nada.
E moda é outra coisa.
Moda é significado, é o que mexe com o teu coração, porque moda mesmo tem a ver com comunicação.
Quando a gente veste determinado tipo de roupa em detrimento de outra isso acontece porque estamos escolhendo algo que nos revela. Algo que mostra ao mundo quem somos.
Nos últimos anos as grandes grifes internacionais sofreram um achatamento por causa de uma crise econômica que fez os maiores nomes desta indústria se curvarem a celebridades instantâneas para aquecerem as vendas.
A Dior fez isso, a Chanel e outras tantas. Foi uma necessidade de mercado, mercado este que era independente, mercado este que foi atrás de pessoas que tinham apelo com um público maior do que realmente com o mundo fashionista.
O problema que isto gera e a despersonificação, deixar de ser e passar a seguir. uma situação que empobrece a moda em si.
O discursos que justificam essa mudança apenas pegam carona para agradar ao imediatismo daquilo que está em voga num momento e em segundos muda.
Nesse balaio de discursões entram críticos de moda, revistas e todo um setor que virou refém do mesmo círculo vicioso.
E eu te pergunto: Mas realmente todas as pessoas querem se vestir como as cantoras Pop dos Estados Unidos?
Onde encontramos a tendência que traduz o modo de vida de outras tribos?
Ou estamos obrigados a usar aquilo que não dialoga conosco?
É claro que existem exceções, mas além de poucas, elas acabam fechadas a círculos do underground e raramente vem a luz do grande público.
Nas minhas mais apaixonadas pesquisas eu encontrei grifes pequenas ou novas fazendo moda independente no leste europeu, e olha que não foi fácil. No Brasil deve haver muito mas a divulgação e espaço na mídia é tão pequeno ou inexistente que eu não cheguei até estes novos criadores que ao que tudo indica lutarão muito por espaço.
Eu até deixo um pedido aqui para que quem puder me indicar alguma coisa me mande um email com link para: margotbrasil@gmail.com
Eu gostaria de conhecer.
Para terminar deixo algumas imagens de Ana Ljubinkovic.
"Ela é uma designer de moda de Belgrado, na Sérvia. Design background Graduada na Faculdade de Belas Artes de Belgrado, major em pinturas, 2002. Após a graduação, Ana Ljubinković decidiu realizar os esboços de moda que havia feito no decorrer dos estudos. Sua primeira coleção F / W 2004 foi apresentada na Belgrado Fashion Week. O vintage e o futurista, o folclórico mas o urbano, o cômico e o sensual são contradições clássicas de Ana Ljubinković. A designer contradiz sem medo, combinando elementos kitsch e formas contemporâneas que completam o novo visual. O efeito da moda de Ana Ljubinkovic está próximo da alta costura, mas a estilista pretende que suas peças sejam usadas todos os dias (moda urbana).
Você entra na loja que tem um cartão próprio onde você pode fazer um pequeno guarda-roupa a cada meio ano para a estação que entra, parcela, paga e leva moda de sobrevivência. Aquela coisa morna só para se sentir minimamente atualizada. Mas isso se chama: compra de impulso; que é justamente quando a pessoa se encanta com a peça na hora por causa de uma necessidade e pouco depois ela não quer dizer mais nada.
E moda é outra coisa.
Moda é significado, é o que mexe com o teu coração, porque moda mesmo tem a ver com comunicação.
Quando a gente veste determinado tipo de roupa em detrimento de outra isso acontece porque estamos escolhendo algo que nos revela. Algo que mostra ao mundo quem somos.
Nos últimos anos as grandes grifes internacionais sofreram um achatamento por causa de uma crise econômica que fez os maiores nomes desta indústria se curvarem a celebridades instantâneas para aquecerem as vendas.
A Dior fez isso, a Chanel e outras tantas. Foi uma necessidade de mercado, mercado este que era independente, mercado este que foi atrás de pessoas que tinham apelo com um público maior do que realmente com o mundo fashionista.
O problema que isto gera e a despersonificação, deixar de ser e passar a seguir. uma situação que empobrece a moda em si.
O discursos que justificam essa mudança apenas pegam carona para agradar ao imediatismo daquilo que está em voga num momento e em segundos muda.
Nesse balaio de discursões entram críticos de moda, revistas e todo um setor que virou refém do mesmo círculo vicioso.
E eu te pergunto: Mas realmente todas as pessoas querem se vestir como as cantoras Pop dos Estados Unidos?
Onde encontramos a tendência que traduz o modo de vida de outras tribos?
Ou estamos obrigados a usar aquilo que não dialoga conosco?
É claro que existem exceções, mas além de poucas, elas acabam fechadas a círculos do underground e raramente vem a luz do grande público.
Nas minhas mais apaixonadas pesquisas eu encontrei grifes pequenas ou novas fazendo moda independente no leste europeu, e olha que não foi fácil. No Brasil deve haver muito mas a divulgação e espaço na mídia é tão pequeno ou inexistente que eu não cheguei até estes novos criadores que ao que tudo indica lutarão muito por espaço.
Eu até deixo um pedido aqui para que quem puder me indicar alguma coisa me mande um email com link para: margotbrasil@gmail.com
Eu gostaria de conhecer.
Para terminar deixo algumas imagens de Ana Ljubinkovic.
"Ela é uma designer de moda de Belgrado, na Sérvia. Design background Graduada na Faculdade de Belas Artes de Belgrado, major em pinturas, 2002. Após a graduação, Ana Ljubinković decidiu realizar os esboços de moda que havia feito no decorrer dos estudos. Sua primeira coleção F / W 2004 foi apresentada na Belgrado Fashion Week. O vintage e o futurista, o folclórico mas o urbano, o cômico e o sensual são contradições clássicas de Ana Ljubinković. A designer contradiz sem medo, combinando elementos kitsch e formas contemporâneas que completam o novo visual. O efeito da moda de Ana Ljubinkovic está próximo da alta costura, mas a estilista pretende que suas peças sejam usadas todos os dias (moda urbana).
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